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sábado, 28 de fevereiro de 2015

ADORÁVEL PRISIONEIRA FANFIC

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As Regras da Sedução - Rothwell Brothers - Livro 01 - Madeline Hunter


Marie Isabella Volturi era uma lady, criada e protegida na segurança de seu lar, não tinha noção do que havia fora dos muros do castelo de seu pai. Uma jovem cheia de vida e de vontades, mas resignada com a vida que estava destinada a ela. Mas o destino tinha outros planos e ela se viu prisioneira de um homem que almejava destruir seu pai, mas de uma coisa ela sabia


Rated: Fiction M - Portuguese - Romance/Humor - Bella, Edward - Chapters: 31


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CAP 1

. Acho que irei gostar de ser prisioneira dele.

Meus olhos se arregalaram quando Michel abaixou as calças, e mostrou uma parte de seu corpo que eu não achei que veria até a noite nupcial. Bem não é como eu esperava, imaginava maior, pelo que as criadas fofocavam na cozinha, quando achavam que eu não podia ouvi-las.
Mas isso não importava agora, eu iria me entregar a Sir Michel, eu estava pronta, na verdade não estava, mas ele era meu noivo e dizia que não havia por que esperarmos até o casamento.
E eu estava muito curiosa sobre o ato, sim minha ama havia me contado, desde que eu não tinha mãe ela se encarregou do assunto. Eu sabia que as mulheres da idade de Irina não tinham idéia sobre o ato.
Afinal ela me disse que eu tinha de ficar parada e deixar meu marido fazer o trabalho, sem mencionar que havia confirmado que doía como se o demônio estivesse me torturando.
Lógico que não acreditei nela, pois pelas criadas do castelo eu ouvia coisas completamente diferentes.
Que um mundo de prazeres se abriria ao ter um homem sobre elas. Que se elas dessem um pouco de carinho, eram recompensadas com imenso prazer.
A minha curiosidade estava desperta, e quando Michel insistiu que tivéssemos um pouco mais de privacidade, pois não agüentava esperar até o casamento, eu não hesitei.
Depois de fugirmos da minha aia, e dos guardas de Michel, eu estava aqui, deitada sobre o feno no estábulo com os seios nus, vendo meu futuro marido com as calças abaixadas, pelo tamanho, não parecia dar grande prazer.
– Lhe desejo Isabella.
– Hmmm, o que faço agora Michel?
– Levante as saias. – meu rosto enrubesceu, mas obedeci, agarrando a barra do meu vestido e comecei a erguê-lo. Meus tornozelos se tornaram visíveis e assisti
Michel tocar sua...
Aquilo que tinha entre as pernas.
Respirando fundo continuei erguendo as saias meus joelhos agora desnudo, e Michel veio em minha direção, antes que ele realmente me tocasse um grande estrondo se ouviu, e a porta do estábulo abriu com força. Meus olhos se arregalaram ao ver um homem enorme na porta, ele brandia uma espada e nos olhava atônitos.
– O que está acontecendo? – Michel gritou arrumando as calças e o homem baixou os olhos até mim, eu não podia ver seu rosto por que ele se escondia nas sobras, mas podia sentir seus olhos em mim.
Engoli em seco e comecei a arrumar meu vestido desesperadamente.
– Cadê o Volturi? – ele rosnou com a voz grossa e perigosa e vi Michel dar um passo para trás, e olhar para mim nervosamente.
– No castelo? – murmurou Michel e entrei em pânico, quem era esse estranho?
– Não, ele fugiu quando atacamos, o vi correndo para cá.
– Não vimos ninguém. – Michel fez uma careta e me levantei sem terminar de fechar o vestido, mas não me preocupando muito.
– Estamos sob ataque? Como se atrevem... – o homem saiu das sombras, vindo em minha direção e engoli em seco.
Ele era muito alto, o corpo forte de ombros largos, os quadris estreitos as longas pernas eram musculosas, ele todo gritava guerreiro, seu corpo estava coberto pelo vestuário de guerra, cota de malha, além de um elmo que me impedia de ver seu rosto. Somente eram visíveis sua boca de lábios gêneros e seus olhos, seus escuros olhos verdes que me olhavam com intensidade desconcertante.
Ao notar que eu o avaliava ele fez o mesmo comigo e me avaliou rapidamente, seus olhos pararam em meu peito e lembrei que não havia terminado de fechar o vestido, enrubescendo apertei a roupa contra meu peito e arquei o queixo o encarando.
– Exatamente, e a senhorita devia fugir com os outros criados, se não quer se juntar aos soldados de Volturi.
– Como ousa! Não sou uma criada...
– Isabella não... – Michel me interrompeu e o ignorei.
– Não, este homem está invadindo a casa do barão Volturi, saia imediatamente.
– Quem é você, moça?
– Isabella... – Michel chamou e o ignorei empinando o queixo.
– Sou Lady Marie Isabella Volturi. – os olhos dele brilharam e um sorriso perverso se espalhou em seu rosto.
– É parente de Volturi?
– Sou filha dele, agora ordeno que saiam das minhas terras. – ele riu alto e deu um passo mais próximo e dei um para longe dele.
– Bem, já que não tenho Volturi, sua filha será minha prisioneira. Quem sabe assim seu pai sai do buraco aonde se enfiou, o covarde.

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